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Crença e Religião

Espiritismo

Espiritismo é o conjunto de crenças que consideram que a essência humana é baseada na existência de um espírito imortal, que pode estar entre os vivos ou não, admitindo vidas sucessivas (reencarnações) e a comunicação entre os vivos e os mortos, geralmente pelo intermédio de um médium, ou seja, um mediador. A expressão também designa a doutrina e práticas das pessoas que partilham esta crença

Allan Kardec - Um mito no contesto geral do espiritismo
O termo espiritismo (do francês antigo "spiritisme", onde "spirit": espírito + "isme": doutrina) surgiu como um neologismo, mais precisamente uma palavra-valise, criada pelo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail para nomear especificamente o corpo de ideias por ele sistematizadas em "O Livro dos Espíritos" (1857).
Contudo, a utilização do termo, cuja raiz é comum a diversas nações ocidentais de origem latina ou anglo-saxónica, fez com que ele fosse rapidamente incorporado ao uso quotidiano para designar tudo o que dizia respeito à comunicação com os espíritos. Assim, por espiritismo, entende-se hoje as várias doutrinas religiosas e/ou filosóficas que crêem na sobrevivência dos espíritos à morte dos corpos, e, principalmente, na possibilidade de se comunicar com eles, casual ou deliberadamente, via rituais ou naturalmente.
O presente artigo visa a tratar do espiritismo levando em consideração todos os diferentes usos do termo, enquanto que o artigo doutrina espírita está voltado para descrever o espiritismo conforme sistematizado por Kardec. Essa divisão entre espiritismo (geral) e doutrina espírita (específico) é meramente didática, não implicando apologia a nenhum dos dois usos.
Saiba mais no endereço abaixo:
copie o link e cole na barra de procura da internet :www.oespiritismo.com.br

Budismo

As Quatro Nobres Verdades são o fundamento do budismo e entender o seu significado é essencial para o autodesenvolvimento e o alcance das Seis Perfeições, que nos farão atravessar o mar da imortalidade até o Nirvana.

As Seis Perfeições do budismo são: #1: Caridade; - #2: Moralidade; - #3: Paciência; - #4: Perseverança; - #5: Meditação; - #6: Sabedoria.

A prática dessas virtudes ajuda a eliminar ganância, raiva, imoralidades, confusão mental, estupidez e visões incorretas. As Seis Perfeições e o Nobre Caminho Óctuplo nos ensinam a alcançar o estado no qual todas as ilusões são destruídas, para que a Paz e a Felicidade possam ser definitivamente conquistadas.
Para ser budista
Quem deseja tornar-se budista, deve receber o refúgio na chamada Jóia Tríplice, como um comprometimento com a prática dos ensinamentos de Buda. A Jóia Tríplice consiste em: Buda, Dharma e Sangha.
Budistas laicos podem apenas fazer o voto de praticar cinco preceitos em suas vidas diárias, que são: #1: Não matar; - #2: Não roubar; - #3: Não ter conduta sexual inadequada; - #4: Não mentir; - #5: Não se intoxicar (não usar drogas nem comer alimentos inadequados).

O preceito de não matar e aplica principalmente a seres humanos, mas deve ser estendido a todos os seres sencientes. É por isso que a Sangha e muitos budistas devotos são vegetarianos.
Muitos budistas montam um altar em algum canto tranquilo de suas casas para a recitação de mantras e a meditação diária. O uso de imagens budistas em locais de culto deve ser visto como simbologia. - Os mestres enfatizam o fato de que essas imagens em templos ou altares domésticos servem apenas para nos lembrar a todo momento das respectivas qualidades daquele que representam. Fazer oferendas e reverências são manifestações de respeito e veneração aos Budas e Bodhisattvas.
“A vida humana é preciosa, e, no entanto, nós a conseguimos. O Dharma é precioso, e, no entanto, nós o ouvimos. Se não nos cultivarmos nesta vida, teremos essa chance novamente?” – Venerável Mestre Hsing Yün (Templo Zu Lai)

Alguns termos típicos do budismo:

Boddhisattva – Um ser iluminado que fez o voto de servir generosamente a todos os seres vivos com bondade amorosa e compaixão para aliviar sua dor e sofrimentoe levá-los ao caminho da iluminação. Os Boddhisattvas mais populares no budismo chinês são Avalokitesvara, Ksitigarbha Samantabhadra e Manjusri.
Buda Amithaba – Buda da Luz e Vida Infinitas – É associado com a Terra Pura do Ocidente, onde recebe seres cultivados que chamam por seu nome.
Buda Maitreya – O "Buda Feliz" e o "Buda do Futuro" – Depois da iluminação de Sakiamuni, acredita-se que o próximo Buda a visitar o nosso planeta seria este. Trata-se daquele gordinho sorridente, sempre sentado e que nós vemos representado sob a forma de estatuetas, chaveiros, etc.
Mudra – São os gestos das mãos que geralmente se vê nas representações dos Budas, e significam um tipo de comunicação não-verbal. Cada mudra (lê-se 'mudrá') tem um significado específico. Por exemplo, as imagens de Amithaba o apresentam com a mão direita erguida com o dedo indicador tocando o polegar e os outros três dedos estendidos para cima = simboliza a busca pela iluminação. A mão esquerda, mostra um gesto similar, mas apontando para o chão, simbolizando a liberação de todos os seres sencientes.
O símbolo da suástica (swastika) foi auspicioso na Índia, Pérsia e Grécia, simbolizando o sol, o relâmpago, o fogo e o fluxo da água. Foi usado pelos budistas por mais de dois mil anos para representar a virtude, a bondade e a pureza do insight de Buda na hora da Iluminação. Isso muito antes de Hitler tê-lo escolhido para simbolizar o terceiro reich e a superioridade da raça ariana.

Hinduismo

Patânjali - Cocepção artística
O hinduísmo é uma tradição religiosa[1] que se originou no subcontinente indiano. O hinduísmo é frequentemente chamado de Sanātana Dharma (सनातन धर्म) por seus praticantes, uma frase em sânscrito que significa "a eterna dharma (lei)"[2]
Num sentido mais abrangente, o hinduísmo engloba o bramanismo, a crença na "Alma Universal", Brâman; num sentido mais específico, o termo se refere ao mundo cultural e religioso, ordenado por castas, da Índia pós-budista.[3] Entre as suas raízes está a religião védica da Idade do Ferro na Índia e, como tal, o hinduísmo é citado frequentemente como a "religião mais antiga",[4] a "mais antiga tradição viva"[5] ou a "mais antiga das principais tradições existentes".[6][7][8] É formado por diferentes tradições e composto por diversos tipos, e não possui um fundador.[9] Estes tipos, sub-tradições e denominações, quando somadas, fazem do hinduísmo a terceira maior religião, depois do cristianismo e do islamismo, com aproximadamente um bilhão de fiéis, dos quais cerca de 905 milhões vivem na Índia e no Nepal.[10] Outros países com populações significativas de hinduístas são Bangladesh, Sri Lanka, Paquistão, Malásia, Singapura, ilhas Maurício, Fiji, Suriname, Guiana, Trinidad e Tobago, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos.

O vaso corpo de escrituras do hinduísmo se divide em shruti ("revelado") e smriti ("lembrado"). Estas escrituras discutem a teologia, filosofia e a mitologia hinduísta, e fornecem informações sobre a prática do dharma (vida religiosa). Entre estes textos os Vedas e os Upanixades possuem a primazia na autoridade, importância e antiguidade. Outras escrituras importantes são os Tantras, os Ágamas, sectários, e os Puranas (AFI: [Purāṇas]), além dos épicos Maabárata (AFI: [Mahābhārata]) e Ramáiana (AFI: [Rāmāyaṇa]). O Bagavadguitá (AFI: [Bhagavad Gītā]), um tratado do Maabárata, narrado pelo deus Críxena (Krishna), costuma ser definido como um sumário dos ensinamentos espirituais dos Vedas.[11]

Os hindus acreditam num espírito supremo cósmico, que é adorado de muitas formas, representado por divindades individuais. O hinduísmo é centrado sobre uma variedade de práticas que são vistos como meios de ajudar o indivíduo a experimentar a divindade que está em todas as partes, e realizar a verdadeira natureza de seu Ser.
A teologia hinduísta se fundamenta no culto aos avatares (manifestações corporais) da divindade suprema, Brâman. Particular destaque é dado à Trimurti - uma trindade constituída por Brama (Brahma), Xiva (Shiva) e Vixnu (Vishnu). Tradicionalmente o culto direto aos membros da Trimurti é relativamente raro - em vez disso, costumam-se cultuar avatares mais específicos e mais próximos da realidade cultural e psicológica dos praticantes, como por exemplo Críxena (Krishna), avatar de Vixnu e personagem central do Bagavadguitá.

“O Oriente Médio”

Turquia
Os povos do Levante glorificavam vários deuses sob o comando de El, “Criador das Coisas Criadas”, e seu complemento, Asherah (deusa-mãe); Baal (deus da tempestade) é auxiliado por sua irmã e defensora Anat (deusa da fertilidade e da guerra) em sua luta com Yam (senhor dos mares) e com Mot (morte e esterilidade).
Uma terceira deusa associada à fertilidade é Astarde, a versão Cananéia de Ishtar, a deusa-mãe semítica.
As práticas religiosas parecem ter consistido, em sua maior parte, de sacrifícios de animais e ocasionalmente humanos, encenação de mitos e decretação de casamentos sagrados. Os reis eram considerados “seres divinos”.
Já na Mesopotâmia, cada cidade suméria tinha suas próprias divindades, embora muitas tenham sido incorporadas aos tipos dominantes (Nanna – Lua; Utu – Sol; Anu – céu; Ea – tempestade; Enki – Terra; Inanna – a deusa-mãe, equivalente à Ishtar semítica).
As religiões dos acadianos, babilônios e assírios conservaram muitas das características sumérias, adaptadas às suas culturas. Ligados à natureza, os deuses da Mesopotâmia também simbolizavam valores morais e sociais. Os cultos consistiam em oferendas de sacrifícios de animais a imagens divinas. Nos Templos (blocos empilhados, conhecidos como zigurates) era narrado o mito da criação, proclamando a vitória de Marduk (Babilônia) ou Assur (Assíria) sobre Tiamat (águas primordiais).
Na Anatólia (atual Turquia), o império Hitita do segundo milênio antes de Cristo deixou poucas informações sobre assuntos religiosos. Muitos de seus mitos eram traduzidos de textos semíticos ou outros.
O reinado frígio, que sucedeu os Hititas, era o centro do culto a Cibele – deusa da Terra, cujos sacerdotes eram eunucos. Mais tarde, este se disseminou pela Grécia e por Roma. No segundo milênio antes de Cristo, formou-se o grande império mitânico na Síria e norte da Mesopotâmia, cuja religião incorporava diversas características ou semelhança, somente encontradas nos vedas da Índia. Uma religião semelhante à dos vedas também era praticada na antiga Pérsia.





“Egito”

Esfinge de gizé

Os Faraós do Egito antigo eram vistos como “seres divinos” e chamados de “Horus” “Filho de Ra”.
Ra era o deus Sol e o senhor dos deuses. Como “Filho de Ra”, o Faraó incorporava o poder solar de dar a vida. Horus era o filho de Ísis¸a Mãe divina, e de Osíris, o deus da inundação, vegetação e dos mortos.
Como Horus, o Faraó personificava a renovação da vida e da fertilidade trazidas pela inundação anual da terra pelo Rio Nilo. Para aumentar seus poderes, as divindades locais eram freqüentemente unidas às oficiais; a mais importante era Amon, deus da invisibilidade que, por volta de 2000 ªC., foi associado a Ra e se tornou-se Amon-Ra, cujo o Templo em Tebas torno-se o mais rico do Egito.
A efêmera “Revolução de Amama” (c.1.350 ªC.) sob o reinado de Akhenaton promoveu o culto de Aton (a divindade única representada pelo disco solar) em oposição a Amon-Ra.
Como os egípcios não conseguiam imaginar que a morte fosse diferente da vida no Egito, a preservação do corpo era essencial para sobrevivência na vida após a morte. Realizavam rituais, alimentos e oferendas; roupas e artigos de luxo acompanhavam o corpo (morto) ao túmulo. Os rituais realizados aos mortos eram julgados pelos deuses do mundo invisível e subterrâneo, mas, munidos, da “Confissão Negativa”, a negação de 49 possíveis ofensas contidas no “Livro dos Mortos” – uma coleção de palavras mágicas e orações – garantiam uma vida após a morte segura e próspera.
É bom citar a semelhança existente entre alguns rituais, como por exemplo, os dos mortos dos egípcios e do negro-africano, onde nos rituais africanos (Egún ou Egungun > osso, esqueleto < , mas, não confundir com “Bàbá Eégún” > espíritos, almas reencarnado dos mortos ancestrais que voltam à Terra em determinadas cerimônias ritualísticas), até hoje, realizam-se rituais aos ancestrais, é de sumo importância aos rituais africanos, por ser esta, comprovadamente, uma das mais antiga.

“Zoroastrismo”



No nordeste da Pérsia, no final do segundo milênio (por volta de 1.200 ªC.), um reformador religioso chamado Zaratustra (Zoroastro) pregava uma simplificação da antiga cosmologia politeísta.
A vida pressupunha uma escolha entre “Aura Masda” (espírito sábio) e Angra Mainyu (espírito destruidor), personificando o bem e o mal. Aura Masda era assistido por anjos, os amesha spentas (espíritos bons).
O destino da pessoa após a morte (céu ou inferno) era determinado por sua própria escolha. O Zoroastrismo, aparentemente a mais antiga “religião de salvação”, tornou-se a religião nacional do império aquemêndia.
O dualismo masdeísta (visão do mundo como uma luta entre o bem e o mal) pode ter influenciado o pensamento grego e judaico antigo e ainda sobrevive na religião dos parses da Índia.

“Grécia”

Os textos na escritura Linear B da civilização micênica, primeiros escritos religiosos na Europa, mostram a importância de Poseidon, deus dos mares, e da “Senhora” (presumidamente uma deusa-mãe). Já outras divindades, como Zeus e Hera, são citadas. Na poesia de Homero, os deuses eram imortais e imutáveis e viviam no Monte Olimpo, embora se portassem como seres humanos, nem sempre bem-comportados. Podiam mudar de forma, interferir na vida dos homens e até alterar o destino destes (mas não sua natureza) em troca de oferendas (presentes) e orações.Os deuses do Olimpo foram incorporados ao trabalho das sociedades secretas e aos cultos de cura e adivinhação (por exemplo, o oráculo de Delfos). Por volta do séc. VI ªC., faziam parte dos cultos oficiais das cidades-estados gregas. No entanto, a religião da Grécia antiga tinha pouca relação com a moralidade, e as considerações morais, metafísicas e científicas dos filósofos de Atenas dos séculos V e IV ªC. desafiavam a religião popular com idéias diferentes sobre Deus.
As conquistas de Alexandre, o Grande disseminaram o idioma e as idéias dos gregos por todo o Oriente Médio. A civilização helenística realizou uma fusão entre as culturas grega e oriental. O culto aos deuses do Olimpo se disseminou, assim como a adoração de Ísis, do Egito, e de Cibele, da Frígia.

“Os doze Deuses do Monte Olimpo”

São:
Zeus (júpiter para os romanos) > divindade dos céus, senhor dos imortais. Pai dos deuses e homens (mas não o criador).
Hera (Juno) consorte de Zeus, guardiã do casamento e do parto.
Poseidon (Netuno) o abalador do solo, senhor dos mares.
Deméter (Ceres), deusa do milho e das colheitas.
Apolo (não há equivalente romano direto), aquele que afasta o mal, fonte de profecia e adivinhação; às vezes associado ao Sol, à música e à poesia.
Ártemis (Diana) deusa virgem da caça e dos animais selvagens; originalmente uma deusa-mãe e, às vezes, associada à Lua.
Ares (Marte), deus da guerra.
Afrodite (Vênus), deusa do amor e da beleza.
Hermes (Mercúrio), mensageiro dos deuses e guardião do comércio.
Atena (Minerva), deusa da sabedoria e virgem protetora do lar; protetora de Atenas.
Hefesto (Vulcano), deus do fogo e dos vulcões; protetor dos ferreiros.
Héstia (Vesta), deusa do lar; protetora da cidade de Roma.
Há outras divindades, não incluídas aqui, que também eram importantes na religião popular: Dionísio (Baco), associado ao vinho e às colheitas e adorado em rituais orgíacos. E Asclépio (Esculápio), fonte de cura, principalmente, através das ervas sagradas e medicinais.
Vejam! A analogia entre a Religião Africana (Òrìsàs) e os Deuses do Monte Olimpo!!! Mais uma vez, se comprova a origem religiosa de Noé e seus filhos, em diversos povos do Mundo. Será que estas religiões existissem como existe até hoje a Africana, seriam tão discriminadas como as de origem Africana em nosso País!? Faça sua reflexão! Porque? Uma tem sua origem “branca” e a outra sua origem é “negra”. Por tais motivos, devemos sempre respeitar qualquer credo religioso antigo, independente de cor ou de origem, porque, a base religiosa vem de Noé e seus filhos e, logicamente, extensivos aos seus descendentes.
“Religiões Celtas e Germânicas”
Não dispomos de relatos de adeptos da religião celta pré-cristã e muitos detalhes continuam desconhecidos.
Algumas lendas irlandesas sugerem a existência de um Deus celta soberano, mas a representação mais comum é a figura “masculina com chifres”, evidentemente, ligado à fertilidade, tendo às vezes uma deusa.Os vestígios de lugares de cultos encontram-se próximos florestas, água que traduzem a fertilidade: fontes; poços e nascente de rios.
Sacrifícios humanos parecem ter sido comuns teria um significado especial. Vários observadores mencionam “druidas”conduzindo sacrifícios e cerimônias divinatórias.
As religiões dos povos germânicos perduraram até a Idade Média: a Escandinávia só tornou-se cristã após os séculos X a XII. Conhecemos bastante sobre as formas mais recentes, especialmente através da literatura nórdica. Entretanto, as lendas nórdicas foram escritas na época cristã e oferecem uma visão incompleta da religião dos “vikings e anglo-saxões”. A religião germânica possuía várias divindades. Na Antigüidade, três eram especialmente adoradas: Wotan ou Woden (Odin nórdico), pai dos deuses e dos mortos; Tiw ou Tiwaz (Tyr nórdico), o outorgante da lei; e Thor, a divindade do trovão. Odin e Thor pertencem a Aesir, que derrotou Vanir, uma outra raça de deuses. Aesir e Vanir reconciliaram-se e Frey (dos Vanir) e seu complemento feminino, Freya, fortemente associados à fertilidade, são as figuras principais. Não existia um Deus supremo, apenas um caos de energia divina, e o devoto escolhia a divindade que lhe fosse mais útil. Odin era o patrono natural dos guerreiros e suas Valquírias (mulheres guerreiras) levavam os heróis mortos ao seu grande saguão, Valhada. Thor parece ter sido a divindade mais popular.
Como observação: Mais uma vez, existe a analogia entre as religiões antigas! Porque, hoje, a discriminação com as religiões de origem africana, se, na verdade todas as raças humanas do universo possuíam a semelhança religiosa! Será preconceito ou discriminação? Com as Religiões de Matriz Africana! Talvez, seja falta de conhecimento dos povos de hoje, com relação à origem das religiões antigas.

“Roma”

A religião romana baseou-se provavelmente na etrusca e se relacionava ao calendário agrícola, dando origem a duas formas de manifestação religiosa: a devoção doméstica reconhecia os deuses do lar (lares e penates), enquanto o culto do Estado, comandado pelo sumo-sacerdote (o pontifex maximus) e outras autoridades, assegurava o bem-estar da coletividade.
Quando Roma se deparou com a cultura grega, as divindades do Estado foram identificadas com seus equivalentes do “Olimpo”. À medida que o império se expandia, seus exércitos traziam religiões estrangeiras para Roma. A mais importante, até a adoração do cristianismo no séc. IV foi o mitraísmo, baseado na adoração de Mitra ou Mitras (o deus persa da luz, verdade e justiça), cujo sacrifício de um touro cósmico era aclamado por seus devotos em sacrifícios ritualísticos.Um culto de mistérios exclusivamente masculinos, o mitraísmo chegou a Roma no séc. 1 ªC. e se tornou muito popular no exército.
A religião oficial resistia às inovações ou admitia sua existência apenas quando comprovadamente importantes. Homenagens divinas póstumas foram prestadas a “Julio César”, a “Augusto”, a muitos de seus sucessores e a vários membros da família imperial. Nas províncias orientais do Império Romano, os imperadores vivos eram saudados como deuses.

“Era Moderna – Cristianismo”

O calendário ocidental, formado e determinado pelo cristianismo, considera o nascimento de “Jesus de Nazaré” > conhecido como Cristo < como sendo, o ponto de virada da História. Ao datar a “Era Moderna” a partir de seu suposto nascimento (acredita-se que, na verdade, tenha nascido no ano 4 ªC.), o cristianismo concretizou a importância de “Jesus Cristo”. Para os cristãos, a criança judia nascida em “Belém” não era um ser humano comum, era humano e divino > o Filho de Deus. Embora seja possível dizer que um personagem histórico chamado “Jesus” viveu entre 4 ªC., apenas a fé pode afirmar que se tratava do “Cristo” consagrado por “Deus”, o tão esperado “Messias dos judeus” .

“A Igreja e os ritos”

A estrutura da Igreja foi formada pela mente cristã através do “livro Sagrado, Bíblia” realizado e escrito pelos ensinamentos e pela doutrina dos seres cristãos.
Através de uma interação dinâmica entre a Bíblia e a tradição, a Igreja desenvolveu o teatro de seus ensinamentos, crenças e credos, além de liturgias, sacramentos e festividades, concedendo aos fiéis a essência da fé cristã e incluindo aos estágios importantes de suas vidas o significado e o propósito dos cristãos. As práticas das Igrejas Católica Romana e Anglicana; na verdade, há uma ampla divergência de crenças e de práticas dentro da própria fé cristã. Pois, fé, crença e rituais, dos cristãos, não é unânime.
Dois ritos ou “sacramentos”, foram instituídos pelo próprio Jesus; o “batismo” e a “eucaristia”. Os demais, ou seja, outros ritos (celebrados em períodos de graça ou bênção, feitos pelos cristãos, conforme a Bíblia) incluem o crisma, o casamento, a ordenação para o sacerdócio, a confissão e a extrema-unção.
A “eucaristia” (ou Sagrada Comunhão) => na qual o “pão e vinho” (a grande profecia de Jesus) são consagrados e oferecidos à congregação => é o principal ritual de muitas Igrejas, pelo fato de Jesus ter dito a seus discípulos na Última Ceia (pouco antes da Crucificação), disse: que se lembrassem dele quando partissem, “o pão” e tomassem “vinho”. Observação: Há uma grande diversidade de interpretações sobre o papel do “pão” e do “vinho”. Na teologia Católica Romana, acredita-se que “o pão”e o “vinho” se tornarão o “corpo”e o “sangue” de Cristo – processo conhecido como “transubstanciação”. Já de acordo com a Igreja e a teologia e crença Protestante, o termo “consubstanciação” envolve a idéia de que o “corpo” e o “sangue” de Cristo estão presentes no “pão” e no “vinho”. Os Protestantes acreditam também que o “pão” e o “vinho”, foi a maior das profecias de Jesus, como sendo, uma homenagem à memória do “sangue” e do “corpo” de Cristo.O “batismo” marca a aceitação (muitas vezes impostas por familiares ao cristianismo, e não dando as opções religiosas ao ser humano) de um novo membro na Igreja e consiste em “borrifar com água-benta a cabeça da pessoa em questão ou, em algumas tradições, na imersão total”. Este último, ritual (sacramento) lembra o batismo de Jesus por João Batista, assim como o batismo dos próprios discípulos por Jesus.

Muitas Igrejas têm um clero profissional, agrupado em duas categorias principais: “padres” ou “ministros”. A função do padre na Igreja Católica Romana ou Ortodoxa é agir como um intermediário Deus e os adeptos. O “padre” tem um papel formal e litúrgico que não envolve necessariamente uma dimensão pastoral. Ao contrario, o “ministro” em muitas Igrejas Protestantes não age como um intermediário, pois, acredita-se que todas as pessoas estejam em comunicação direta com Deus ou que tenham capacidade de estabelecer essa comunicação. O papel do ministro é guiar a reflexão sobre a “Palavra de Deus” e ajudar os fiéis na sua conduta diária, de acordo com princípios cristãos. Em tais Igrejas, há um ritual, crença no sacerdócio de todos os fiéis.
A maior parte das Igrejas possui seu santuário onde se localiza o altar, além de oferecer locais para a devoção da comunidade, para a leitura da Bíblia, para o culto religioso e para a administração da “Eucaristia” e de outros sacramentos, como o “Batismo”. Em algumas tradições, a Igreja é voltada para “Jerusalém”.

“Livro Sagrado => Bíblia”

Como já sabemos o Livro Sagrado => Bíblia foi escrita pelos cristãos. A “Bíblia judaica” é chamada de “Velho Testamento” pelos cristãos e os “Evangelhos” => Atos dos Apóstolos, Cartas e Apocalipse, de “Novo Testamento”. Ao fazer esta separação, a Igreja considera-se a verdadeira herdeira de Israel, a quem o “Velho Testamento” e, portanto, o relacionamento especial que Israel tinha com Deus foi transferido à Igreja. Alguns cristãos acreditam que a Bíblia (ela, sendo escrita pelos cristãos) é narrativa real, histórica e cientifica da vida na Terra, de seu objetivo e de seu significado. Já para outros, a Bíblia revela, através de histórias realizadas pelos próprios cristãos e, assim como, mitos, a natureza do relacionamento da humanidade entre si e com Deus. Em ambos os casos, desempenham um papel central, ajudando-os a determinar sua conduta moral, social e espiritual, bem como, religiosa.
Para o vosso conhecimento, a primeira Bíblia conhecida pelos cristãos foi a judaica, na qual vêem a profecia da vinda de Jesus. A Bíblia judaica era conhecida em duas formas pelos cristãos antigos: “a original em hebraico e a tradução grega conhecida como o“Septuaginta”. O cristianismo começou entre os judeus – Jesus aparentemente tinha poucos seguidores não-judeus (gentios) durante sua vida na Terra. Conduto, cristãos de grupos “gentios” foram rapidamente atraídos e liam a Bíblia em grego. Já o “Novo Testamento” foi inteiramente escrito em grego, o que mostra que o mundo “gentio” tornou-se cada vez mais importante que o judaico para a Igreja. Jesus falava “aramaico” (um idioma semítico), sendo que algumas palavras desse idioma permanecem no “Novo Testamento”.
Os Atos dos Apóstolos narram a história mais antiga da Igreja, enquanto os quatro Evangelhos retratam, de formas diferentes, a vida de Jesus. O Novo Testamento contém também as cartas de São Paulo, entre outros, para as igrejas antigas; nessas cartas, a teologia cristã e reflexões sobre Jesus começam a ser desenvolvidas. Ao final do Novo Testamento, está o Livro do Apocalipse, que descreve o fim do mundo e a Segunda Vinda de Jesus. A Igreja antiga parece ter acreditado que Jesus voltaria muito em breve para estabelecer o governo de Deus na Terra. Quando isso não ocorreu, a Segunda Vinda passou a ser considerada como um evento do futuro distante, quando todos seriam julgados e o governo justo de Deus viria à Terra.

Kamitas a 1ª religião

Os filhos de Noé

Os primeiros indícios de atividade religiosa existem, como origem principal e em primeiro lugar na África-Negra (Kam, um dos filhos de Noé, que originou os Kamitas). Devemos lembrar que Noé não era apenas um líder político, mas também um instrutor religioso, que de alguma maneira carregou a antiga religião da raça de “Adão”. Assim, esta religião primitiva foi transmitida, através de “Kam” aos povos - negro-africano (Kamitas). Que datam, segundo os historiadores de 30.000 a 10.000 ªC. E que, até hoje, persiste e aumenta seus adeptos, como exemplo: no Brasil. Já em outros lugares, pinturas rupestres encontradas na França, datadas de 20.000 a 11.000 ªC., mostram rituais aparentemente ligados à caça, e estatuetas que remontam a 25.000 ªC. surgem uma deusa-mãe ou figura ligada à fertilidade. O desenvolvimento da escrita no Oriente Médio antigo, por volta de 3000 ªC., revela a existência de grande variedade de crenças, rituais e práticas religiosas.